O Irmão do Jeremias e seu causo de desenrugamento de pele.
Edson Lima é um jornalista do jornal O Diário do Norte do Paraná (não perguntem a relação entre o nome a url, mas tá certo o.0), há pouco tempo atrás, sua filha e neto de 8 meses se envolveram em um incidente que quase matou o bebê.
A filha de Edson estava dirigindo seu carro com a bebê no banco de trás devidamente presa em sua cadeirinha, quando entra em cena Daniel Orivaldo da Silva, o irmão do Jeremias. O vídeo abaixo conta toda a história do caso.
link para o vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=T2mrr5RAISI)
O flanelinha apedrejou o carro da filha do jornalista com uma pedra do tamanho de um meteorito de médio porte na janela de trás e por centitros não acertou a cabeça do bebê, porém, infelizmente, estilhaços de vidro acabou acertando a criança (sic).
Calma que piora, quando pergunta o por que de apedrejar o carro sem motivo algum, O irmão mais velho de jeremias contou toda a verdade, “Por causo de agressão de corpo em cima de trabalho pra fazer eu se transformar em cobra, me desruga tudo a minha pele sendo que eu não mereço isso.”. Nada a vê.
Quando perguntado se ele sabia que existia uma criança no banco traseiro, Daniel é categórico com sua negativa, afinal de contas ele não é maluco de fazer isso, até porque as passagens pela polícia de Daniel são coisa da antiga. Nós entendemos, o pobre coitado só queria se livrar do sistema do trabalho de enrugamento de pele pra transforma-lo em cobra feito por uma mulher e um moreno, é, parada chata, só bagunça. A gente sabe que isso tudo é inveja, sabendo que ele tem um corpo estadual, legal e bonito, muita gente deve invejar o pobre do Daniel.
Daniel está arrependido, mas deixa o aviso, a polícia não tem que ir atrás dele, mas sim dos neguim que ficam pulando muro indo atrás dele e desenrugando sua pele. Nada a vê.
Artigos nunca antes publicados 1: Marshgirl
Se o termo “relógio biológico” não fosse tão gay quanto é em sua essência, e ser praticamente só usado para mulheres, eu poderia dizer que o meu as vezes fica totalmente desregulado, mas sem piadinhas ok?
Algumas semanas (meses) atrás, em um dia bem frio para o Rio de Janeiro, eu estava trabalhando normalmente (entenda: Já tinha feito todo o meu trabalho e estava vadiando na internet) no meu canto isolado quando resolvi que iria esticar as pernas indo até o balcão de atendimento aos clientes, que estava somente com uma cliente.
Sigo furtivamente até o balcão e chegando lá, e olhando mais para o chão, vejo uma garotinha de seus 4 anos, que graças a vários e vários casacos parecia mais uma bola de algodão doce rosa que se mexia sozinha e emitia sons (comparada automáticamente com o Kirby e subconsciêntemente com a Nina do FMA). Se eu não fosse uma pessoa séria (muito discordam), ética(*cof*cof*), centrada e controlada, provavelmente meu lado paterno teria pego a menina no colo e a apertado o máximo possível e a está altura estaria preso, já que ninguém iria nem me dar chance de explicar meu motivos inocentes e, claro, teriam me taxado como tarado e coisa pior.
Você pode estar achando tudo isso muito gay, ou procurando o email do departamento do governo que denuncia pedofilia, mas acreditem, é porque vocês não viram a garotinha naquele casaco rosa. Era mais fofa que um marshmallow, praticamente uma Hello-Kitty sem objetivos satânicos.

















