Continuando a série sobre Otakus e afins, as pessoas me perguntam “Cobalto?” e eu respondo “Hum?”, então elas dizem “Porque voê vai nesses lugares com tantos emos se você fala tão mal deles?”. Realmente, eu ODEIO EMOS! Essa é uma constante do universo, e não há nada que possa mudá-la. Entretanto, além de minha cabeça e personalidade (perfeita, por sinal) ter sido criada a base de animes vindos do japão, onde Otakus são conhecidos como “Pessoas”, não é só por isso que vou à eventos de Anime.

Se fosse só pelos animes, mangás e outras adoraveis quinquilharias, eu iria vez ou outra na Metrópolis no méier, porque quem é de lá, não bobéier (Sério, eu não inventei esse slogan), e em algumas lojas espalhadas pelo centro do Rio, que apesar de eu nunca ter ido a uma, eu conheço a existência das mesmas. O real motivo que me faz ir aos eventos é bem simples, intuitivo e até um pouco fútil, se você está esperando uma resposta filosófica, é este:

Tá, ok, “U got’Me Babe”, a gostosa da imagem é a Liz Vicious, a qual faz o mesmo serviço que os/as três acompanhantes que o Ronaldo Fenômeno levou para o motel de 5ª categoria na Barra prestam, mas provavelmente é muito mais caro e você tem a garantia de não ter “surpresas” durante o serviço, e claro, eu já disse que ela é gostosa pra caramba? Eu acho.

Mas então, voltando ao assunto, é basicamente isso que você vê em um evento de anime. Otakas quase sempre com pouca roupa, na maioria brancas (querer saber o motivo é procurar chifre em cabeça de cavalo, deixe estar), com QI acima da média nacional, e paradoxalmente infelizmente, graças a cultura brasileira, também prestadoras de “serviço” em sua grande parte.

Óbviamente isso não é só bom, existem casos onde a “cultura” Brasileira fala mais alto e alguns limites são ultrapassados, como na imagem ao lado, onde a cena por sí só já é suficiente para entender o que deu errado, e por isso não publicarei a imagem com a placa dos preços para o “aluguel de cosplay Hentai”, mas piora, nenhuma delas possuia na época da imagem, mais de 18 anos mas nenhuma autoridade vê nada disso.

Entretanto, tirando esses “pequenos” problemas causados pela falta de limites por parte dos país, que óbviamente culpam os animes, os eventos costumam serem locais saudáveis na medida do possível, desde que mantida a distância mínima de sugurança dos EMOS.