O blogueiro que vos escreve está bobo feito pinto no lixo, essa semana eu tive o prazer de comer pela primeira vez na vida um donut! Foi um momento histórico, digno de super produção Holywoodiana. E digo mais, acho até que esse dia deveria ser transformado em feriado nacional. E cá entre nós, depois de tanto tempo sendo impedido pelo orkut de comer um donut fofinho, já estava na hora de minha recompensa.

O donut em sí não foi nada especial, não teve cobertura das mais variadas, indo de chocolate até framboesa, nem embalagem colorida ao estilo web 2.0beta como as do Dunkin’ Donuts, que apesar do site oficial ser capaz de jurar que não existe nenhuma franquia fora dos EUA e ignorar totalmente a existência do Brasil no mesmo planeta, eu tenho certeza de que já vi uma micro-mini-super-pequena franquia da mesma no NorteShopping a alguns bons 8 anos atrás (pois é, eu lembro. Ou imaginei). Para ser mais exato foi um pobre e miserável donut simples de padaria, só com aquela camada leve de açucar em volta, mas como já diz o ditado “Para quem não tem nada, metade é dobro“.

Acredito que minha vontade quase patológica por donuts seja culpa da “maldita mídia capitalista-consumista do inferno” que coloca as deliciosas rosquinhas cobertas por açucar em praticamente qualquer película cinematográfica existente, mas não a culpo, donuts são as rosquinhas dos deuses, palavra de quem já comeu *.*

E antes de terminar este artigo de puxa-saquismo puro e nenhum agrado por parde da Dunkin’ Donuts, uma imagem e uma piada infame:

“Nada melhor do que comer uma rosca pela manhã.”