A justiça desse paísinho é realmente uma coisa de louco. Enquanto os traficantes fazem as maiores atrocidades pelas cidades e alistam pivetes crianças carentes para serem seus soldados nas bocas de fumo, policiais acharcam a população e ainda por cima não cumprem seu dever, pitboys de familias ricas, que possuem mais massa muscular no pé do que massa encefálica em todo o corpo, espancam empregadas e tacam fogo em índios e mendigos moradores de rua por todo o país e políticos continuam com a PUTARIA em brasília, a nossa querida (sic) e justa (sic) justiça resolve que vai gastar seu dinheiro proibindo um jogo de tiro em primeira pessoa (first person shot, FPS) e um de MMORPG com a desculpa de que eles fazem mal ao intelecto de nossos jovens.

Realmente, percebe-se que nossos juízes entendem muito, tanto de psicologia quanto de Vídeo Games, e é claro que o único lugar onde as “crianças” em questão vão ter contato com tamanha violência são nesses jogos que necessitam de capacidades de raciocínio e convivência em grupo bem acima da média das “crianças” da bolsa carrapato que o nosso (sic) governo dá. Sem querer criar teorias da conspiração acho até que pode ser uma medida preventiva para não deixar as pessoas conseguirem intelecto sozinhas, já que esse seria o único modo de conseguir.

“É claro que queremos proteger nossas crianças, mas a realidade em que eles vivem e que eles conhecem é essa; a Violência.” Essa frase entrou no texto como que de para-quedas. Quem a “proclamou” foi o Carlos Nascimento durante o Jornal do SBT que estava passando enquanto escrevia este artigo. Interessante notar que a reportagem era sobre o carnaval, e falava das fantasias do Capitão Nascimento, que são as mais procuradas para crianças neste carnaval. Eu falei de algum jogo nesse parágrafo? Espero que sim, pois senão, pode ser que tenham proibido um jogo sem motivo.

Saiba mais sobre o caso no Audiogame e no Liberdade Gamer.