Artigos nunca antes publicados 1: Marshgirl
Se o termo “relógio biológico” não fosse tão gay quanto é em sua essência, e ser praticamente só usado para mulheres, eu poderia dizer que o meu as vezes fica totalmente desregulado, mas sem piadinhas ok?
Algumas semanas (meses) atrás, em um dia bem frio para o Rio de Janeiro, eu estava trabalhando normalmente (entenda: Já tinha feito todo o meu trabalho e estava vadiando na internet) no meu canto isolado quando resolvi que iria esticar as pernas indo até o balcão de atendimento aos clientes, que estava somente com uma cliente.
Sigo furtivamente até o balcão e chegando lá, e olhando mais para o chão, vejo uma garotinha de seus 4 anos, que graças a vários e vários casacos parecia mais uma bola de algodão doce rosa que se mexia sozinha e emitia sons (comparada automáticamente com o Kirby e subconsciêntemente com a Nina do FMA). Se eu não fosse uma pessoa séria (muito discordam), ética(*cof*cof*), centrada e controlada, provavelmente meu lado paterno teria pego a menina no colo e a apertado o máximo possível e a está altura estaria preso, já que ninguém iria nem me dar chance de explicar meu motivos inocentes e, claro, teriam me taxado como tarado e coisa pior.
Você pode estar achando tudo isso muito gay, ou procurando o email do departamento do governo que denuncia pedofilia, mas acreditem, é porque vocês não viram a garotinha naquele casaco rosa. Era mais fofa que um marshmallow, praticamente uma Hello-Kitty sem objetivos satânicos.
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2 Responses to “Artigos nunca antes publicados 1: Marshgirl”
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Ok. parece gay. kkkk
Hehehe, parece meio gay mesmo.
Mas…sem entrar no mérito da sacanagem ou da paternidade, eu teria pego a baixinha no colo. Tem umas crianças que de tão simpáticas e fofinhas, dá vontade mesmo de pegar no colo. Lembro da minha afilhada quando era pequeninha, era o maior barato, era tão fofinha (hj ela tem 14 anos e 1,70m altura e com certeza vai ficar mais alta que eu, putz).