Essa é velha, mas eu ainda não havia tido tempo, digo, paciência para escrever, e quando terminei de escrever, acabou ganhando a função de artigo-sobressalente.

Graças a um maldito GRato (Rato com tamanho de Gato) o fim da minha “sexta-feira sem blog” terminou da pior maneira possível, tendo que ficar “embarreirando” um rato GIGANTE para tentar expulsá-lo de casa, isso com uma simples vassoura que tinha a parte das cedas um pouco (pouco mesmo) maior que o rato. Programa de índio.

Tudo começou quando minha mãe resolveu encontrá-lo sem querer na cozinha (pra falar a verdade, começou quando ele entrou em casa, mas não sejamos tão específicos :D) e o desgraçado se escondeu embaixo de um móvel entre no corredor “cozinha - sala”, seria fácil achá-lo exceto pelo fato de que colocar a cabeça no chão para olhar onde ele estava seria suicído. Minha mãe então resolve “cutucar” embaixo do móvel com a vassoura e num golpe expetácular graças aos meus reflexos ninjas consigo usar o rato como bola para um quase “voleio de letra” quando o desgraçado quis subir na minha perna, eu realmente não sei explicar como foi, segue tentativa de desenho do “golpe”:

Eu desenho muito bem, pode falar!

O bicho deve ter voado meio metro, mas como ele era um cruzamento de rato com gato (grato, lembram?) o nojento caiu em pé! E correu para baixo da estante da sala, que é tão segura quanto o lado de dentro de um caveirão em exibição dentro do quartel general da policia em dia da Convensão Nacional dos Policiais Militares do Estado do Rio de Janeiro realizada no mesmo local, ou seja, ele estava ganhando a briga.

Depois de 3 (Três) miseras horas parado segurando uma vassoura apontada para a estante o filho do dêmo resolve sair correndo, atravessar toda a casa, correr para a cozinha e sair pela porta que estava fechada, trancada e lacrada, como quem diz “Eu saio, mas volto quando quiser” finalizando com um “I’ll be back!”. Cara, como eu ODEIO rato!