O GuraveHaato saiu na frente até do Tnow e publicou um artigo onde Nick Bostrom, filósofo de Oxford, diz que existem 20% de chances de vivermos em uma Matrix feita por Seres Humanos.

Em seu artigo, muito bem explicado pelo Guru do TI Brasileiro, Bostrom diz que há 20% de chance de não estarmos vivendo no mundo real, mas sim em uma gigantesca simulação gerada por computador criada por “uma versão de nós mesmos em um futuro distante”.

Fazendo um Ctrl+C, Ctrl+V:

Na teoria, o argumento é que o poder de processamento da ‘nossa’ realidade irá avançar a tal ponto que muito em breve um sistema poderia simular cada atividade cerebral na Terra. Assim, não seria dificil acreditar que isso já aconteceu, e que os ‘pós-humanos de um futuro longínquo’ poderiam ter criado um ’simulador de ancestrais’ que seria indistinguivel da ‘vida real’ para seus habitantes.

O lado bom da história é que de acordo com a viagem, digo, teoria do filósofo é que diferente da história da trilogia Matrix, não seriam as máquinas que estariam dominando o mundo usando de nossa energia cerebral, mas sim outros seres humanos que além de nos usarem como baterias, ainda aproveitariam nossa capacidade para criar Bots para Counter-Strike e NPCs para Tíbia com nível de QI superior ao de uma uma ameba morta, ou de um leitor do Estadão, sem ter que gastar nada de seus computadores com míseros 1YiB* de memória Ram e seus processadores multicore.

A má notícia é que uma vez trabalhando com a idéia de que daqui a alguns anos isso seja possível, o que leva a acreditar que já aconteceu, também permite a interpretação de que as máquinas poderiam ter ficado tão inteligentes que perceberam que não precisavam dos humanos “vivos” e destruiram todos eles, se apossando da colheita de baterias humanas.

Legal né? E eu fazendo planos para o futuro… droga!

* 1YiB = 1 (um) YotaByte = 100.000.000.000.000.000.000.000 bytes.

Em números decimais, um Yotabyte equivale à 1,208,925,819,614,629,174,706,176 bytes, ou seja: um setilhão, duzentos e oito sextilhões, novecentos e vinte e cinco quinqüalhões, oitocentos e dezenove quartilhões, seiscentos e quatorze trilhões, seicentos e vinte e nove bilhões, cento e setenta e quatro milhões, setecentos e seis mil, cento e setenta e seis. (Fonte: Wikipédia)