Dentre as coisas que eu realmente odeio fazer, existem algumas em especial que me deixam com tamanha frustração, que se eu não fizesse minhas seções de terapia com minha psicóloga gostosa (um dia eu ainda mostro uma foto dela para vocês) eu poderia matar um, ou dois, milhares de indefesos populares que tivessem o azar de cruzar meu camino. Motivos pessoais à parte, uma das coisa que conseguem me levar à essa condição são os malditos programas que nem ao menos se instalam do jeito que aparece no manual, ou naquele S-U-P-E-R tutorial em pdf que você baixou e data de 2 anos atrás. Foi assim com o Turbo “Division by 0″ Pascal, foi assim com o Ruby no linux, e está sendo assim com o Java.

Com o TPascal, eu tenho quase certeza que o desgraçado estava de sacanagem com minha cara. Eu baixava o arquivo de instalação, instalava tudo certinho e ele deixava por minha conta fazer uma pequena modificação no autoexec.bat, se minha memória de médio prazo não me engana. Eu fazia todas as modificações com pulinhos saltitantes, e quando tentava compilar um simples arquivo de exemplo ele dava “Error 200-e-alguma-coisa: Division by 0″.

Depois foi o Ruby que resolveu tirar “outra” como minha cara, mas dessa vez no linux. Como meu “Mac OS Linux (Tiger)” não tem internet (aka VM, não a casa de tolerância, maquina virtual em inglês) ao invés de usar o queridinho apt-get e baixar do repositório, eu baixei no windows e fui tentar instalar no Linux. FULA QUE PACIL! Quem disse que Linux é simples fuma cocaína e cheira maconha (sic). Pombas o Install –help me deixou mais confuso do que estava antes. No windows rodou redondo.

Agora o maldito java que não compila, pra falar a verdade nem funciona direito, ô côcô, tô doido!