Depois de muito pensar, e acredite eu tive tempo para isso, eu cheguei a conclusão de que NÃO resistir é preciso.

Existem várias pessoas que podem provar o que vou dizer, alguns até on-line, e me orgulho de dizer isso; eu sou muito patriota, mas não daquele tipo de patriotismo que só “funciona” em época de copa do mundo, e se o Brasil estiver ganhando, eu sou patriota sempre, eu não jogo lixo na rua, eu não destruo patrimônio público, salvo a excessão de um pedaço de espuma semi-arrancado do encosto de um ônibus, mas foi uma coisa tão Monk que ficou na minha memória (aquela espuma me encarou!), eu não roubo, não mato, nem perturbo a viagem das pessoas no ônibus / trem / metrô vendendo balinha, eu acredito que a policia tem jeito (pois é), acredito que um governo militar bem administrado é a solução e tenho ásco (ásco, hehe) a pessoas que tem ódio da ditadura, a grande maioria dos que não viraram ladrões ainda vão virar.

Mas quando eu vejo um monte de babacas, Brasileiros, destruindo patrimônio público Brasileiro, gastando o dinheiro do contribuinte tanto para as reformas no que eles destruiram, tanto na manutenção das forças policiais necessária para “pacificá-los”, criando uma imagem ruim para o país só porque o Lula (detalhe: Grande parte desses jumentos votou nesse analfabeto) recebeu a visita do Mr. American Mother Fucker Bastard First Man President George W. Bush por motivos pacíficos, eu não vejo outra solução a não ser a invasão dos EUA ao Brasil.

Infelizmente a verdade é cruel, nosso povo não é evoluido o suficiente. O funk está aí para provar, e não venha me dizer que ele é a forma de expressão que o povo encontrou para demonstrar sua indignação contra a política captalista que aflinge o mundo moderno, porque “Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha (…)” não me remete a nenhum ato cívico de tentativa de melhorar o mundo.

Nossa política então, se dependessemos dela estavamos ferrados, pelos políticos seria bem possível trocar a amazônia por um apito e dois espelhinhos da Hello Kitty. Mas vale lembrar que Lula, Maluf, ACM, e sua trupe estão onde estão, pela boa e velha democracia, onde o demo é o povo.

Não me entendam mal (mau?), eu gostaria de ver o país forte, como uma nação unida, com uma econômia estruturada, com uma população qualificada e as forças armadas, como o nome diz, fortes, mas não dá!

Mas para não dizerem que não falei de rosas, que querendo ou não são flores, a invasão também teria suas vantagens:

  • Coca-Cola e McDonald’s fariam (mais) parte de nossa cultura (pronto, ganhei vários militantes ^^)
  • Os traficantes seriam extintos (com a troca por terroristas)
  • Seriamos uma nação duoteista (Google e Steve Jobs ^^)
  • Nossa moeda seria o Dólar (melhor que isso só Euro)

Acreditem em mim, nos tornarmos parte dos EUA é a *segunda melhor coisa (atualmente, numa visão realista) que pode nos acontecer. Por isso eu imploro; Please MTV, Pimp my ride!

* A primeira seria nos tornarmos parte do Japão (Japonesas, Técnologia, Japonesas, Boa Musica, Japonesas *.*)

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