Depois de anos e anos de pesquisa, finalmente a Cobline inutily Research Facility (CIRF) vai estar disponibilizando na próxima edição da revista científica “NATURE” os dados oficiais da pesquisa feita com pattyssons, anteriormente denominadas “pattys”, que envolveu 3.408.345.035 cientistas e funcionários de 51 laboratórios espalhados pelo mundo.

Durando os 20 anos que duraram as pesquisas, vários testes foram realizados com as cobaias que se inscreverem para participarem voluntariamente quando souberam que em suas jaulas celas teriam tevê a cabo e poderiam assistir a todos os episódios ainda inéditos no brasil de “3 é demais” e de “Alf, o eteimoso”, este sem a dublagem do seu peru para a voz do protagonista. Os testes constaram basicamente de três classes: Teste Físico, Lógico e Genético.

Com os Testes Físicos os cientistas puderam comprovar que apesar de espécimes pattyssons possuirem formação muscular idêntica a de seres humanos, sua formação óssea divergia da humana em especial na área craniana onde pode-se notar a existência de um pseudo-exoesqueleto e um espaço vazio em seu interior, o que confere as Pattyssons grande resistência a impactos provocados nesta mesma região, porém como efeito colateral baixa agilidade e capacidade de raciocínio.

Nos Testes Lógicos os cientistas não obtiveram nenhum resultado, o que abalou significativamente o entusiasmo da equipe mas principalmente as verbas da pesquisa.

Porém, foram nos Testes Genéticos que vieram as maiores surpresas; até mesmo para os mais céticos do grupo, como por exemplo o Dr. Anthony Godless que durante uma entrevista chegou a dizer:

“…Com esses resultados a pesquisa deixa de ser uma pesquisa de rotina para gastar o dinheiro do contribuinte, e passa a ser um marco para a história da ciência…”

Com as informações obtidas ficou esclarecido que as pattyssons não usam a cor rosa somente para demonstrarem sua feminilidade, ou simplesmente por frescura, mas sim para poderem se integrar aos seus respectivos grupos que entendem a cor rosa como fazendo parte de si próprias gerando um elo psicológico entre as integrantes do grupo mesmo sem nunca terem se visto, transformando-as em um grupo muito próximo aos grupos familiares humanos. Também ficou sabido após as pesquisas que graças ao gene mutante 35-62-72 variação x2, todas as pattyssons interagem entre si por uma linguagem primitiva e instintiva da qual todas já nascem compreendendo-a, porém o que chamou a atenção dos cientistas foi a fonética usada na expressão usadas por elas para chamarem outras de seu grupo, sim, quando uma pattysson chama outra de “amiga” não está usando a palavra propriamente dita “amiga”, ou seja, o gênero feminino da expressão “amigo” mas sim emitindo sons em sua própria linguagem que nos faz pensar se tratar de uma pessoa normal compartilhando um momento feliz envolta de pessoas seletas e seu bom grado.

Semana que vem, divulgaremos os resultados da CIRF sobre o cuspe a distância dos golfinhos tailandeses.